Como conquistar o seu colega e vivenciar uma paquera no trabalho?

A gente não chega no trabalho achando que vai viver uma paquera incrível ou simplesmente morrer de tesão no cara da mesa ao lado, certo? Porém um belo dia, isso acontece! E aí, como lidar com essa situação sem perder o profissionalismo e, claro, a paquera que pode surgir dessa oportunidade?

Eu sou a Clara e vou contar como foi a minha experiência super positiva com a paquera no trabalho!

A proximidade faz o tesão

Algumas mulheres morrem de medo de se apaixonarem por um colega de trabalho, seja por receio de a relação atrapalhar a vida profissional ou de, se não der certo, ficar aquele climão na empresa. Por isso, ninguém sonha com essa situação — bem, às vezes sonha e tem mesmo fetiches com esse momento —, mas na hora que acontece dá aquele friozinho na barriga. E agora?

A proximidade de todos os dias, os estresses compartilhados, as pequenas vitórias do dia a dia comemoradas junto, a conversa bacana, os olhares, um agradinho depois do almoço… ah! É quase impossível não deixar que esse clima de intimidade chegue à imaginação, né amiga?

Comigo foi mais ou menos assim: eu trabalhava no escritório de uma companhia aérea. A empresa era grande, muitos funcionários. Um belo dia, chega um colega novo e se senta na estação de trabalho bem a meu lado.

Para falar a verdade, quando ele chegou achei um saco. Gostava de não ter “vizinhos”. Assim eu me concentrava melhor, sabe? Mas deixei de lado essa ressalva, afinal, coitado, não tinha culpa de ter que assumir aquela estação.

Fui educada, perguntei seu nome, se já tinha experiência nesse trabalho e ofereci ajuda para qualquer dificuldade que ele tivesse. Confesso: aqueles olhos grandes, o cabelo meio bagunçado e a boca convidativa me fizeram tremer por dentro. A única coisa que eu conseguia pensar era: acalme-se, Clara! Se controle.

Tentei, gente. Naquele dia me pegava a todo momento querendo olhar para o lado (droga, adeus concentração), deixar cair um lápis só para ter uma desculpa para olhar de novo para aqueles olhos. Eu respirava fundo, mas minha cabeça já estava criando mil e uma histórias de amor & sexo com aquela pessoa!

Acabou o expediente e eu só queria ir embora correndo, para não ter que ficar lutando comigo mesma. Juntei minhas coisas e me despedi dele. De longe, com educação e cordialidade, como a mulher gentil que eu sou! Risos.

Passei no banheiro e fui em direção ao elevador. Adivinhe com quem eu encontro? Ai, senhor! Ele mesmo. Ah, além dos olhos maravilhosos e a boca, ele também era cheiroso. Descobri isso no elevador.

Não teve jeito. O trajeto todo, do 12º andar até o térreo, fui imaginando as mais obscenas cenas, como o elevador parando, a gente esperando o técnico, o calor, suor escorrendo, ele tira a blusa, eu tiro também. A gente se beija loucamente. E… pronto. Térreo. Cada um para o seu lado.

Fui embora pensando em como contornar essa situação, afinal, como seria amanhã? O que eu iria fazer? Trocar de estação de trabalho ou simplesmente viver essa experiência? Pensei muito e, sim, resolvi que ia apostar nessa paquera!

Para isso, eu elenquei algumas questões que eu poderia fazer e que eu não poderia deixar acontecer, para que aquilo desse certo e não atrapalhasse no lado profissional.

Paquera no trabalho: o que fazer e o que não fazer

Vou deixar minha listinha aqui embaixo para você!

1. Socialize!

A hora do almoço e o intervalo são os melhores momentos para travar conversas mais pessoais, sobre hobbies, interesses, etc. Sentar próximo e deixar o papo fluir é uma boa para conhecer melhor o paquera.

2. Reciprocidade.

Se você ainda não sabe se o colega de trabalho quer ser mais do que colega, vá com calma! Dê sinais e espere para confirmar se ele retribui. Tudo pode começar com: calor hoje, né? Bora tomar uma cerveja depois do expediente? Aguarde a resposta e dê os próximos passos (ou esqueça de vez).

3. Sutileza!

Nada de ir de fio dental para o trabalho. Eu sei que a vontade é de colocar a cinta-liga de uma vez, mas calma. A gente não pode assustar as pessoas, e lugar de trabalho não é para isso. Mas nada obsta de você, com sutileza, tocar as mãos no colega, trocar olhares mais demorados, encostar pele com pele. Ui! Isso pode.

4. Discrição.

Ninguém do trabalho precisa saber desse fogo todo que está no seu corpo, correto? Mantenha a compostura e deixe o fetiche de transar no banheiro da firma somente na imaginação! Isso pode dar muito problema.

5. Atitude!

Amiga, viu que o boy está afim do mesmo que você? Não perca tempo, não. Faça o convite você mesma. Extravase essa vontade e, se for bom, invista na manutenção do relacionamento. Se não foi boa a experiência, no outro dia, finja que nada aconteceu.

Segurança e tranquilidade, o trabalho te espera!

Pois bem, foi com esse arsenal que, no outro dia, cheguei no trabalho. O tempo passou, 7 dias ao todo. Cada dia fomos avançando um pouquinho mais. No primeiro dia, almoçamos juntos, falamos sobre nossos planos, nossos passados, o que a gente gostava de fazer. O papo foi tão bom que terminamos no happy hour.

No outro dia, ele me trouxe um chocolate depois do almoço (sinal verde!). Trocamos olhares por dias e fomos nos aproximando. Ele me pedia mais ajuda e eu fazia questão de ir até a mesa dele. Me debruçava nas suas costas, meus seios roçando nele, e ajudava a resolver um problema no computador. As pernas se encostavam, a mão dele já passeava nas minhas coxas.

Era quinta-feira e eu não ia conseguir esperar o final de semana. Chamei ele para ir para minha casa. Tomar um vinho e aproveitar um jantar gostoso. Ele aceitou. Durante aquela tarde toda a gente se atiçava com olhares. Eu ia ao banheiro ele ia atrás, passava do meu lado, bem pertinho. Não via a hora de dar 19h.

Enfim, fui para casa me preparar para esperá-lo. Comprei o vinho, banho tomado e a campainha toca. Era ele! Todo cheiroso e sorridente na minha porta! A noite foi INCRÍVEL, deliciosa, engraçada, divertida, alegre e quente.

Ele dormiu lá em casa, mas definimos que não chegaríamos juntos no escritório para não dar alarde. Optamos assim, por não misturar as coisas. Tivemos, ainda, muitos encontros, mas não chegamos a namorar.

Quando nosso rolo acabou, conversamos com muita maturidade para que isso não influenciasse nossa relação profissional. Não me arrependo em nenhum momento da experiência. Foi maravilhoso!

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